21 Novembro 2009
20 Novembro 2009
Rompuy-pumpy and Cathy Who?
Europe Chooses Nobodies
Name a famous Belgian
The new EU chiefs: Rompuy-pumpy and Cathy Who?
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Joaquim
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17:49
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socialist, English and a woman
"She played an essential role in the House of Lords to get the Lisbon Treaty through... she supported it throughout.
"She has a great deal of experience and she also had the advantage of being a socialist, English and a woman".
Sarkozy
What can I say? She has already screwed the lords and now she is ready to do it to the rest of us.
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Joaquim
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14:40
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uma boa oferta
"Poucos homens, por mais virtuosos que sejam, resistem a uma boa oferta".
George Washington
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Joaquim
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06:58
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presidente
Não Rompuyamos com a tradição!
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Joaquim
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06:46
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Catherine Ashton
Como seria o CV de Catherine Ashton, se fosse portuguesa? Eu explico:
1977 - Bacharelato em Sociologia pela Universidade Independente
1979 - Associação para o Desarmamento Nuclear
1983 - Instituto de Formação de Assistentes Sociais
1998 - Presidente da ARS do Algarve
1999 - Condecorada com a Torre e Espada, por altos serviços prestados à pátria.
2004 - Directora da Torre do Tombo
2006 - Secretária de Estado da Justiça
2007 - Presidente do Supremo Tribunal de Justiça
2008 - Comissária da UE para o Comércio
2009 - “Ministra dos Negócios Estrangeiros” da UE
2010 - Prémio Nobel da Paz?
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Joaquim
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06:33
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19 Novembro 2009
precisamos de médicos independentes
Com os meus cordiais cumprimentos ao colega José Manuel Lopes dos Santos, pela sua independência e frontalidade. Um verdadeiro Médico.
O presidente do Colégio de Pediatria da Ordem dos Médicos disse, esta quinta-feira, que os especialistas estão divididos relativamente à vacinação das crianças contra a gripe A, acrescentando que, na sua opinião, seria preferível que as crianças não recebessem a vacina.
Os pediatras estão divididos sobre se as crianças devem ou não receber a vacina contra a gripe A, reconheceu o presidente do Colégio de Pediatria da Ordem dos Médicos.
José Manuel Lopes dos Santos confia nas autoridades de Saúde, que defendem a vacinação para todas as crianças, mas considera que os pais devem ter o direito de preferir que as crianças tenham a doença.
Segundo aquele responsável, a criança vai adquirir uma «melhor» imunidade do que a conseguida através da vacina contra o vírus H1N1.
No entanto, o presidente do Colégio de Pediatria da Ordem dos Médicos reconhece que numa situação de pandemia quantas mais crianças forem vacinadas mais facilmente se poderá impedir a propagação da doença.
Ainda assim, José Manuel Lopes dos Santos entende que a vacina que está disponível em Portugal não é a melhor para a saúde das crianças e das grávidas, preferindo um fármaco com a composição semelhante à que está a ser usada noutros países.
«O que era bom era que ficasse disponível a vacina sem o adjuvante», pelo menos para as crianças mais jovens, como acontece em países como Espanha, França e Suíça, defendeu.
Apesar de entender que «provavelmente» a vacina administrada em Portugal é «boa», o responsável da Ordem dos Médicos lembrou que ainda não há experiência suficiente que o comprove.
Via TSF
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Joaquim
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13:33
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uma lição para a vida
Joaquim, sempre que operes um doente e ocorram complicações, as complicações devem-se à cirurgia, até prova em contrário.
Esta foi a primeira lição que eu aprendi no meu internato de cirurgia nos EUA. Quando executamos uma intervenção cirúrgica e nos pós-operatório surgem complicações, há uma tendência natural para procurarmos causas externas e negligenciarmos a influência do procedimento que efectuámos. Uma boa formação médica deve afastar-nos deste vício de pensamento.
Imaginem que um cirurgião opera uma velhinha de 80 anos a uma hérnia inguinal e que a doente vem a falecer 48 horas após a intervenção. Há duas maneiras de olhar para o problema. A “portuguesa”: A senhora já era velhota e podia ter morrido de qualquer coisa... E há a “norte-americana”: Se não tivessem operado a velhota, ela ainda por aí andava com a sua hérnia.
Fiquei surpreendido com esta lógica, tão estranha para um português, mas adoptei-a de imediato. Aliás, não me foi dada qualquer alternativa. O esclarecimento veio com autoridade suficiente para eu perceber que era uma ordem.
Foi o melhor ensinamento que recebi em toda a vida, aplica-se a tudo.
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Joaquim
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09:52
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obra do acaso
3ª morte fetal sem relação com a vacina Pandemrix.
Via JN
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Joaquim
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06:59
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18 Novembro 2009
o semipresidencialismo português
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rui a.
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12:52
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a pique
Corruption Perceptions Index: Com o PS, Portugal afunda-se no CPI
2009 - 35º lugar
2008 - 32º
2007 - 28º
2006 - 26º
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Joaquim
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12:31
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da sociologia
Talvez se o sociólogo Adão e Silva olhar mais para o passado do que para o futuro, isto é, mais para a História e menos para a Sociologia, consiga entender que a situação em que vive Portugal é fruto da estratégia de «desenvolvimento» seguida pelos sucessivos governos dos últimos anos. Essa estratégia tem dois caminhos possíveis: a de acreditar que o crescimento de um país se faz pela economia privada e pela iniciativa individual e empresarial, isto é, pelo mercado, e a de pensar que deve ser o estado, por via das suas políticas sociais e de incentivo económico, o principal motor de desenvolvimento. Em Portugal seguiu-se, na 3ª República, este último caminho, agravado nas últimas duas décadas pela governação socialista. As conseqüências estão à vista: o estado destruiu o tecido empresarial português (já em crise profundíssima muito antes da famosa crise internacional), arrogando-se na capacidade de desenvolver o país e de garantir o emprego à custa de recursos alheios. Hoje, as empresas – que ficaram sem recursos próprios – fecham em catadupa, umas atrás das outras, e o estado falhou redondamente os seus objectivos, concretamente na promoção do emprego, como não poderia deixar de ser. É, pois, bom que se perceba isto e se diga isto claramente, antes que apareça por aí outro sociólogo qualquer a explicar-nos que isto não é senão mais uma crise do capitalismo.
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rui a.
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11:06
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os médicos alemães são ignorantes
O presidente do Colégio de especialidade de Ginecologia e Obstetrícia da Ordem dos Médicos assegurou, em declarações ao PÚBLICO, que “o único efeito da vacina é estimular o sistema imunitário” pelo que não acarreta nenhum risco acrescido.
Tendo em conta que a Associação Médica Alemã desaconselhou o uso do Pandemrix (a vacina usada em Portugal) em grávidas, temos de concluir que:
Os médios alemães são uma cambada de ignorantes.
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Joaquim
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10:10
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alemães rejeitam Pandemrix para grávidas
THE GERMAN Medical Association (DAK) has advised against giving young children and pregnant women the new swine flu vaccine Pandemrix, containing an immune system-stimulating compound.
“We know the effects of the various ingredients in adjuvant vaccines but not the combined effect. It’s understandable that people are wary of getting jabs of drug cocktails.”
...
“While Pandemrix contains no components that are completely unknown to us, the more components a vaccine has, the greater the chance of side effects,” said Prof Lothar Wieler of the Institute for Microbiology and Animal (Epizootic) Diseases at Berlin’s Free University.
...
But Germany’s DAK opposes the vaccine’s use in risk-groups saying that, since the risks of swine flu are lower than initially feared, it would be unwise to rely exclusively on new vaccines containing adjuvants if alternatives are available.
“If there was only a risk of mild side effects, one could ignore them in the face of the danger of a pandemic,” said Dr Montgomery, DAK vice- president.
“But what we don’t know from less-researched vaccines is the long-term damage that might only occur in one case in a million.
Via Irish Times
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Joaquim
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09:54
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a Maria dos negócios
Família Penedos vai ter um Natal diferente do habitual
Pai e filho vão poder passar o Natal juntos? Ainda não há forma de responder: até ao fecho da edição do Negócios, Paulo Penedos continuava a ser ouvido no Juízo de Instrução Criminal de Aveiro. Já o pai José Penedos viu o seu interrogatório ser adiado para amanhã à tarde.
Ler no Jornal de Negócios
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Joaquim
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08:59
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resigna-te
A geração X, dos nascidos do início dos 60 a meio dos 70, vai ser mais pobre (PDF) do que a geração anterior, a dos “Baby Boomers”.
Ora, como evitar uma revolta desta geração contra os políticos e as políticas que são responsáveis por esta situação? Muito simples, agitando o fantasma do aquecimento global. Temos de consumir menos porque estamos a destruir o planeta mãe.
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Joaquim
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08:39
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inocência do 4º grau
Graus de inocência:
1. Rejeito todas as acusações
2. Estou inocente
3. Estou completamente inocente
4. Estou profundamente inocente
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Joaquim
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08:21
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17 Novembro 2009
desemprego socialmente responsável
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rui a.
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23:50
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estado e direito
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rui a.
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21:55
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urgente
Em face destas notícias, é urgente que o governo explique porque é que recomenda a vacina Pandemrix para grávidas e crianças, quando a Suíça e o Canadá são peremptórios em afirmar que não há dados suficientes sobre a segurança desta vacina, neste grupos.
Switzerland on Friday restricted the use of British drugs group GlaxoSmithKline's swine flu vaccine Pandemrix, excluding pregnant women, minors and people over the age of 60.
The regulatory authority Swissmedic said it has received data on the vaccine for adults, but not for pregnant women and very little data for children.
"For this reason, Swissmedic has not yet authorised the administration of Pandemrix to pregnant women, children under the age of 18 and adults over 60," the regulator said in a statement.
Ler aqui
Canada has ordered 1.8 million doses of unadjuvanted swine flu vaccine for pregnant women and children under the age of three, Canada’s chief public health officer said Friday.
Adjuvants are substances added to vaccines to boost a person’s immune response to the shots. While the adjuvant to be used in Canada’s H1N1 vaccine -- an oil-in-water emulsion -- is similar to one that has been used in Europe with seasonal flu shots and other vaccines, Dr. David Butler-Jones said there’s not yet enough clinical data on adjuvanted vaccines in pregnant women and children under three.
Ler aqui
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Joaquim
em
21:54
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empregos mal remunerados
Num mercado livre não há empregos mal remunerados. Por esta premissa ser indubitavelmente verdadeira, passo à questão seguinte.
Há empregos mal remunerados em Portugal?
Com certeza, devido às distorções que o Estado impõe ao mercado. Os funcionários públicos, por exemplo, ganham mais do que a média. Deste modo, ficam limitados os recursos para remunerar os trabalhadores do sector privado.
Os empregos para a vida são outro factor que afecta a remuneração justa do trabalho. O salário mínimo, etc.
Ah! E a concertação social, sobretudo a concertação social. Um enorme impedimento ao funcionamento de um mercado livre.
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Joaquim
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18:24
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perdendo o sonho
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Ricardo Arroja
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10:07
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16 Novembro 2009
uma prenda de Natal...
Military grade encryption for mobile phones and computers.
Licensed by the Israeli Ministry of Defense.
Official manufacturer website, contractually committing to no back doors.
Used by military special forces around the world.
Order NOW!
PS: Para quem não acredita no Pai Natal.
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Joaquim
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17:56
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Preconceitos
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Ricardo Arroja
em
16:32
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curiosidade

Nas próximas eleições presidenciais, se for candidato, o que vai prometer Aníbal Cavaco Silva aos portugueses?
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rui a.
em
15:52
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Ooops!
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Pedro Arroja
em
13:18
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confidencial
Este senhor demitiu-se por se ter deixado fotografar com documentos confidenciais na mão. Em Portugal o primeiro-ministro deixou-se escutar durante meses seguidos.
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Joaquim
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12:21
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Cheira a fim de regime
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Ricardo Arroja
em
09:23
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palermas
Estaremos a ser governados por palermas? Como é que o primeiro-ministro e o vice-presidente do maior banco privado português se deixaram escutar durante meses seguidos?
Isto não é palermice a mais?
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Joaquim
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07:35
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15 Novembro 2009
justiça? que justiça?
Vamos aceitar como indiscutível que o presidente do STJ está a julgar correctamente, no caso das escutas a José Sócrates:
“O Senhor Presidente do STJ, no exercício de competência própria e exclusiva, julgou nulo o despacho do Juiz de Instrução Criminal que autorizou e validou a extracção de cópias das gravações relativas aos produtos em causa e não validou a gravação e transcrição de tais produtos, ordenando a destruição de todos os suportes a eles respeitantes”.
Via Público
Vamos aceitar como indiscutível que o PGR está a actuar correctamente, quando considera que não existem indícios criminais:
Após cuidada análise das certidões, o Procurador-Geral da República, em 23 de Julho de 2009, não obstante considerar que não existiam indícios probatórios que levassem à instauração de procedimento criminal, remeteu ao Senhor Presidente do Supremo Tribunal de Justiça as certidões em causa, suscitando a questão da validade dos actos processuais relativos à intercepção, gravação e transcrição das referidas seis conversações/comunicações em causa.
Comunicado da PGR
Mesmo assim, é fundamental não esquecermos que, "no despacho do Senhor Procurador Coordenador do DIAP de Aveiro e no despacho do Senhor Juiz de Instrução Criminal sustentava-se que existiam indícios da prática de um crime de atentado ao Estado de Direito".
Comunicado da PGR
Se o primeiro-ministro não gozasse de prerrogativas especiais, o caso poderia ter prosseguido em Aveiro. Assim teria sido, penso, se estivesse em causa um cidadão anónimo.
Esse cidadão anónimo poderia ter sido constituído arguido (para sua defesa, claro), o Juiz poderia ter considerado que existiam fortes indícios da prática de atentado ao Estado de Direito, talvez associação criminosa e quiçá “participação em negócio”, poderia ainda ter considerado que existia perigo de destruição de provas e de alarme público e o referido cidadão anónimo, mesmo que inocente, como presumivelmente José Sócrates também estará, poderia ter ficado a marinar nos calabouços da PJ.
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Joaquim
em
16:39
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RDA
On 9 November 1989 when the Berlin Wall came down I realised German unification would soon follow, which it did a year later. This meant the end of the German Democratic Republic (GDR), the country in which I was born, grew up, gave birth to my two children, gained my doctorate and enjoyed a fulfilling job as a lecturer in English literature at Potsdam University. Of course, unification brought with it the freedom to travel the world and, for some, more material wealth, but it also brought social breakdown, widespread unemployment, blacklisting, a crass materialism and an "elbow society" as well as a demonisation of the country I lived in and helped shape. Despite the advantages, for many it was more a disaster than a celebratory event.
Artigo de Bruni de la Motte, no Guardian.
PS: Uma opinião que vale a pena analisar.
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Joaquim
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09:15
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